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Dores do tempo

Dores do tempo

Transição do amanhecer

Da aurora que vigora

Um resplandecer

Divino que transforma

O que foi, ficou, e já era

O que é, fica, mas não se apega

O que será, o tempo não entrega

 

Dor do tempo que renego

Descida do esplendor de uma nova rua

Pavimentada com crescimento

E não com contentamento

Deixada ao relento

Observo e escuto, nu no frio e no escuro

Dentro do meu pensamento

do novo mundo que vislumbro

 

Tempo, artesão da minha mente

Emoldura os sentimentos permanentes

Desbota sensações que precisam ir embora

Arquiteto da memória da minha história

 

Vejo, sinto, escuto e admito ser

Mais uma vítima desse grande poder

Aguarde enquanto o tempo também transforma você

 

A dor que vive é persistente,

mas nada resiste à verdade nua e crua,

de que sempre tudo passa, por mais dura que seja a luta

As dores do tempo e o tempo da dor, fazem parte da aventura

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