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Diga-me!

Viver um dia por vez. Sem instigar conhecer o amanhã.
Mas como? Como não pensar em um dia melhor quando se é guiada por uma ansiedade infinita para conhecer um futuro que talvez nem exista?
Como não pensar no amanhã, quando é o amanhã que te garante a possiblidade de conhecer a sua melhor versão?
Quando o hoje já está preenchido por dor, desespero e desânimo.
Diga-me como não se influenciar pela utopia de um amanhã feliz, quando o hoje já não serve mais? Diga-me qualquer coisa, fale que minha dor é imaginária, mesmo ela provando ser real.  Diga-me que romper com essa tristeza do modo mais simples não é uma solução válida. Diga-me que estou sendo infantil por deixar que opiniões alheias me façam sangrar. Diga-me a sua verdade sobre mim, mesmo que me machuque, mesmo que ela surta como uma corda presa em meu pescoço no qual me faz perder o ar. Diga-me o que sou, ou que deveria ser. Diga-me o que for. Mas, não diga para deixar de pensar no que pode um dia ser, se não sabes como eliminar a Ansiedade que já me controla. 

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