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"Desfinais"(Desenredo para Corsários)

 

Como um deságue prosaico,sou submetido ao fluir imposto.Sem a permissão de recuo ou á aprovação de meu íntegro e provado comportamento

Quem dera a mim,pudesse ao menos...,,mesmo que a direção seja irreversível,o meu submeter de "escolha  ao lado".

 

O antever,considero,que seria de extrema ousadia e de uma premiação inexistente...mas,o direcionar,condenaria apenas,o eu mesmo;

...no declínio ofertado pelos meus pensamentos e arbítrio.

Talvez,tudo á minha volta,seja nada menos que um "delirium tremens."


O Surrealismo de uma Alma em chamas...



Um bruxismo estridente,ao deitar-se...
Com pequenos coçares nos braços.Alguns..,repetitivos,no ponto do normal e do tolerável.
Em um momento não atencionado ou recordado,desencadeou-se...;o ser,frequentes.
E também, não visionado á atenção do Si próprio,ás pernas.
Arranhares e mais Arranhares.
O pescoço,que deveria sair impune devido á garganta,não teve o seu ileso descanso da aflição.

Não houvera antes ou após,nenhum indício ou diagnóstico ,de algum problema epidérmico.


A não ser,que haja em máquinas modernas do hoje,tomografias da Alma.


Que mostrem,o estado de sua atual aparência ou de sua enfermidade.
Claro...,o estado mental,nunca fora descartado,porém...,nenhuma deformidade ;dentre todas já catalogadas pela medicina;não tivera, algum encontrado.
 

 

O seu querer diante da existência Terrena-"calada...amordaçada".
Desejos, que ela promove ao corpo.Á mente.E de que não,as pode ter!
O querer,o querer e o querer!
O prazer e o sentimento,do degustar...
Da posse de algo.De alguma coisa mostrada ou em uma oportunidade,... tocada.

"Coça.Coça.Coça.Coça.Coça."
"Queima.Queima.Queima.Queima. "

 

Todas as alegrias a serem vistas ou agraciadas,um descaso e pensamento, de um vandalizar.

Por fúria ,ou algum um destempero para com o redor

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