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Dentre os mortos,um Eu vivo(Sobrevivência em Aunôa)

Dentre os mortos,um Eu vivo(Sobrevivência em Aunôa)

Toda andar em Aunôa,é uma átimo ofegante de rezar e pensar.
Tramar,ante o andar.
Pavor e temor,ao dormir e acordar.

Com o Eu somente,declínio da coragem estar.
Acompanhado..,os olhos em furtivas costas cuidar.

Nem o clima ultimamente,não estende seu abrandar.

Seca e calor,ao Inferno,homenagear.

ÁS vezes,peço a um descuido,a minha Alma levar.
Por um maldito zumbi,ou um humano a calhar.
Em minha prestativa mochila,está o não mais..., acalmar.

Não mais aguentar.

Na ponta de meu facão,está o desistir de contar.
Soma infinita,a se burlar.
Pobres daqueles,que em um devaneio televisivo,teve esse sonhar.

Em cada amanhecer,um novo cascar.
O anoitecer,trás ao perigo,seu folhar.

Eternidade horas,a se calar.

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