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Chuva no sertão

Chuva no sertão

Na magia do fim do dia, o pôr do sol, 

Logo a noite chega com a escuridão, 

O vento sopra com grandes forças, 

A natureza festeja com o ronco do trovão. 

A chuva com o claro dos relâmpagos 

Cai bem forte manifestando seu poder, 

Pássaros que cantam voando dos ninhos

Sentem no ar essa magia ao subir e descer. 

Muita chuva, muita água, o dia amanhece, 

E mostrando no claro toda sua beleza. 

Os animais festejam alegres e agradecem,

Quanta água, que bela riqueza! 

Aquele lago com águas corrente

Era o chão que seres pisavam,

Agora carrega até folhas e gravetos

Com a força que lhes arrastam. 

Mas é água passageira que dali sai, 

Escoa com tanta pressa daquele lugar. 

Seu caminho é o riacho tão estreito, 

Seu destino é desfilar sobre o sol e luar. 

Dentro desta magia as vidas festejam, 

Nadam sem compromisso ou destino 

Piabas, traíras, tilápias, cágados e outros, 

Desfrutando de suas vidas em desatino. 

A viagem é longa, a água chega no rio, 

Se encontra com outras e sua força é gigante. 

Corre levando e trazendo tantas vidas, 

Seu compromisso é ir ao mar e formar ondas navegantes. 

 

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Natureza

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