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Cândida Flor

Cândida Flor

Em teu Pomar, frutíferos anseios.

Cristais de sagrados mistérios velam

Todo seu corpo banhado a rosas e passeios

De gotas salgadas que em teus seios navegam

 

No Jardim do meu peito repousa suas mãos

Cálidas asas que bailam o céu da candura

Em seu voar altíssimo deste-me inspiração

A proclamar com suas penas uma bela pintura

 

Em dúvida reflito, Camélia ou Carnívora?

Às vezes e me sorri belamente regada

Nutras me engole fugaz de tão víbora

Mas sempre com zelo me surge molhada

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