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Aurora

Aurora

Ouvindo a canção,
lembrei dum sonho
num bosque escurecido;
onde em cada arbusto
cabia um rosto desconhecido.

E, então, eu pensei: 
— Em meu axioma marginal:
 «A natureza é uma linguagem 
feita de palavras impronunciáveis.
 
 «Ambiguidade nenhuma, 
característica da vida moderna, 
residiu nos diálogos interiores
entre o Céu e a Terra.»

Sua literatura multidimensional,
um xamanismo consciencial,
é híbrida de vazio 
e vida interminável.

Um concreto e exímio 
paradigma do Absoluto, 
que subjaz à ordem 
do eterno crepúsculo.

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