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Ao coice do insensato(A reprimenda do Poente)

Ao coice do insensato(A reprimenda do Poente)

 

Na face melanco da vela em penumbra,
candeias em oscilar á meia-luz,
a incerteza nefasta,em se estar presente a outrem desconhecido;

espólios do medo,que estrangulam o respirar,

sufoca o pensar.


Ao chão,piso em uma ondulação que se dispersa em desatento e amedronto olhar;
Em sepultas a constatar,a razão se faz pairar.

Pobre e indefeso,ao coice do insensato.

Quem és vós agora?.. ;no sozinho esquecer de mãos a te segurar.

Sonoridades,dentro da não matéria,

o faz penar.



Sermão do vento,que lhe traz lamúrias de um partir.

A reprimenda do Poente.

Hediondo agora,
são os vermes.


Falso contexto importância ao Universo em ocaso colocação;
Abeirar  em Ti  elucidar.


Ao indagar a Si mesmo,com consigo mesmo,sabe o que és agora?

 

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