[ editar artigo]

Algum ato qualquer

Algum ato qualquer

 

 

   Talvez poderia ser mais fácil.

   Talvez eu poderia, tornar mais fácil, simplesmente, fácil?

   Sei que consigo… 

   Isso seria tediante, sem dizer o quão rápido poderia me exaustar.

    Estou caminhando para lugar nenhum! Sei que estou, sinto muito por estar, o futuro dessa trilha, está perto e, pela noite posso até mesmo senti-lo.

   Meu peito pode doer e me cansar. Manerar no cigarro, da noites como essa, será bom, pois daí, haverá dois órgãos vazios em um corpo só, o que é fácil de encontrar em muitos.

   Adoraria ter a quem culpar, porém, em muito nomes me culpo, não é um pedido de ajuda mas, sim algo que mantem meu ódio acima de tudo que pode passar em minha mente.

   O álcool tem se mostrado um péssimo aliado para aliviar, mas sim para tentar o que já foi passado… Algum dia pode ter passado. 

   Não! Não gostaria de acordar pela manhã e, " - Caralho, eu estou dez dias sóbrios!"

   Seria algo um tanto duvidoso, ruim, porém, perspicaz da minha parte. 

   Tenho saudade, saudade da ingenuidade do ato de viver, talvez estaja sendo injenuo de pensar assim novamente.

   Quando menos se espera, lá vem uma novo lição de malícia e dor.

   Não posso colocar tudo como queria, mas posso dizer, algo sempre vem para mudar tudo. 

   Infeliz destino! 

 

TAGS

Poesia

EternizArte
João Azalinos
João Azalinos Seguir

Vou publicar alguns textos aqui, uma leitura rápida mas, creio que boa.

Ler conteúdo completo
Indicados para você