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A noite das malícias serenas

A noite das malícias serenas

A talho,em cume Face,sua abóbada em versar.
Em vermes-mãos,desmantelo o seu entranhado semear.
Esculpo em ponta cortante,seu novo prestante,;

...seu novo olhar.


Perdoa-me...,se lhe pareço dementar.
Em suma carícia,um pouco vulgar...
Com um sorrir,a se questionar.

Razão em pôr,
onde o Além,se propõem a nos visitar.

Seu interno pensar,demandará candeias em velas,

a se assustar.



Cara abóbora de gesto risonho,Tu és o sonho,de bailado dia ao oculto;sempre a se comemorar.


Em existência, que há ,de se não duvidar.

Se diverges em meias-certezas,em não crença,

eis então..., de não jurar.



Em manifesta coragem,coloque-se a calar.

 

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