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A Maternidade de Brumas

A Maternidade de Brumas

Todos os dias,quase sempre em um dado momento,sofro com meus ataques de ansiedade.
Sinto-me,como se alguém me pegasse ,sem eu perceber-com uma"gravata"pelas costas e, me segurasse constantemente;com uma considerável força aplicada em meu pescoço.

Em seguida,seu peso,apoia-se em meus ombros.


Á sua trégua,ao ataque ardil e sorrateiro,vivencio o impulso,de sair para algum lugar arejado.

Correr.


De preferência,sem pessoas ou sons do cotidiano.
Mesmo em uma acalenta ajuda,opto,em não comunicar-me.Em responder alguma indagação ou para com uma"distração amiga".
Preciso me manter calado e,"contando"minha respiração.

Horas Perversas.!

Tenho medo de morrer.Tenho medo de continuar vivo e prosseguir,"recebendo"esses ataques inesperados.


ENTÃO...,diante de muitos questionamentos pessoais,começo a ter outro destempero experienciado pelo meu ser.


DESPERSONALIZAÇÃO.

HORRÍVEL.

Como se alguém,roubara minha Alma...E eu estivera agora,apenas a me observar.

De longe...
Observador de mim mesmo.
Como se o evento a  seguir ou a se estabelecer estudos...;fora eu;
Por um outro Eu.

Se fosse um sonho,não desejaria mais, em sonhar comigo mesmo.
Ver o sonho,de mim mesmo.


Mas é REAL!.

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