[ editar artigo]

A Máquina Cosmos

A Máquina Cosmos

O meu olhar
haverá de ser
minha armadura.

Meu salvaguardar
dos véus alheios.

Dos pensamentos e intenções outrem
não ditos
mas acerados a mim.

Minha misericórdia
está apagando
no reflexo de seus olhos.

Lhe suplico escusas
pelo Mundo do qual
ousei olhar.

Ao reflexo de cutelos.

 


 

Maldições parafraseadas em uma noite áspera
de incumbências profanas.

Delírios solfejados
sob a sonata de Tartini.

Viera

o abarcar
de delírios.


Outrora
incompreensões Humanas.

Lágrimas e dores
hão de repousar no Solo
mesmo ao repilo do Anil.

Ler conteúdo completo
Indicados para você