[ editar artigo]

A fé que resta

A fé que resta

Você me pede alto astral

Mas no fundo do poço me deixou

Tudo a tonelada, mas

O meu coração era mais pesado... Enferrujou.

 

O passado nos abomina

O futuro é incerto

O presente determina

E a ansiedade bate igual o sol na melanina

Suas atitudes terminam

E por que a dor predomina?

 

Esperamos comer o fruto sem plantar

Falar, sem ouvir

Sociedade que tinha a pedra no caminho

Deixou cair

A mineração acorda cedo

Com sede de extrair.

 

 

 

Vivemos em multidões solitárias

As vezes solidária

Numa estrada precária

Impostos aumentando

E a vida ainda mais sedentária.

 

Minha expectativa por algo melhor

A cada segundo cortada feito navalha

Será que estou acordada?

Ou num sonho interminável feito coma

Corra, o mundo vai perseguir seus sonhos

Aumente a pressão, glaucoma.

 

Você me xinga por ser egoísta

Nos matando pelo olhar

Me deixa só pelo jeito

E nem fumo

Mas te trago no peito.

 

Ao som do piano que você tocava

Me pedia para recuar e numa nota sem DÓ

SI nos ajudássemos uns aos outros vai sarar esta ferida

Sem RÉ vai passar ao chegar sol

Pegue o Girassol, celebre a vida.

 

Olhei para fresta da porta

Aboli a negatividade

Falei de esperança

Mas como o milionário faz o crime, sai ileso

Ah, paga a fiança.

 

 A luz no fim do túnel está em nós

O dia que entendermos

Desataremos os nós

Somos laços sem aresta

A fé é o que resta.

#Poesia #Concurso #Eternizarte,

Ler conteúdo completo
Indicados para você