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A fazenda de Almas elétricas

A fazenda de Almas elétricas

 


Ao vórtice do fito,
o pensamento,passara mudo.
Assim...,como o corpo.
Sem nenhuma pretensão de espasmo ou agito.
A Alma,...pendurada em uma arara;
esmorçando a clara realidade.
Á sua distinta e ousada temeridade.
Sem peso...,
apenas,o consentir sob sua imutável sagrara.




Mesmo ante ao recém-nascido  ater,
descobrira a chuva;
ao olhar uma velha e ousada janela...;
com seu atrevido abrir e fechar,
a bater.
O reflexo do vidro,esboçara agora,
o meu primeiro refletir.
O medo...,e um julgamento prontificado a agir.



O vale da estranheza e,
sua corroída nobreza.
Ser, um espelho Humano e seus possíveis danos;
...o maior dos ledos enganos.

 

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