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A digital de uma infeliz boneca

A digital de uma infeliz boneca


Em meu braço surtado,ferido
a marca de uma fé esquecida
relapsa

fútil abraço em um apego
ao atravessar a rua

 

morrera
meu sonho pueril

Redundante em besteiras risadas

 

Sombria morada ou rebelde despertar?

a alcunha dos infelizes partidos
moldam seu estar em agraciados objetos?

Ou seria ,o perfazer em passos
de uma possível reverberação?

Dondes andas agora?..
ó realidade dita e proferida em cantos ventos

 

Rogas por mim
doce desejo solaz

Chama-me
em manhãs com cheiro de torradas queimadas

com latidos e choros  caninos

 

Diga-me

que tudo não passara ,de uma noite com imaginações acreditadas

 

DIGA!.

Diga!.

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