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⁠A desagregada forma do vento

⁠A desagregada forma do vento

Narrado de uma janela
 sem fé;
meus olhos amargos para com o Mundo,
meu espírito entrincheirado,
aspira uma conflagração á volta.

Onde,
as Estrelas
nunca
 sorriem.


O céu,
não irá me abraçar nas lamentações.

Talvez,
nem eu mesmo o faça.

Não ambiciono,
a tristeza do metal brilhante perto de mim.

Fracassei,
ao me pôr de joelhos.

As confissões,
são apenas palavras com desejos bons.

...a chuva
cai como lágrimas
em meu funeral de arrependimentos.


Mas,
na nuvem escura  acima

fértil,


eu vi uma flor
bela e rosa.

Plantada e nascida
em um  Anil oculto e sombrio

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