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A constelação da cidade

A constelação da cidade

Luz soluçante que em mim transtorna,
pálidos pensamentos em fulgor arder,
sofrer em velado entorna.


Inefáveis verbos em castas aristocratas,
em cumes a se pender,em deturpados ruminantes,
em falas servis de literatas.

Ante opostos dissonantes.


Trilhos em dormentes de prata,
que trafegam mentiras vaporosas em pesos de areia;
Que ao Futuro plagia,
em um popular passado didata.

Ao canto som de uma vidente sereia.
falsa Bruxa de tilinto olhar candeia.


Desprovido de contemplar a constelação da cidade,
ao deficiente mirar,de um alto habitar;
á probidade;

Dante a honestidade,não serdes de pronunciada vaidade.

 



Mas,á vasta ensimesmada de postes de luz em brilhos errantes,

o fecundar de mistérios perseverantes;

harmonia do som e cores do respirar,
radiantes e mórbidos,a concretar,


Me presenteio,
com o simples avivar.

 

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