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A brisa dos adornos

A brisa dos adornos

 


Cândidas doridas,
que revoam a existência de felicidades feridas.
Em remendadas grinaldas...,
a orquestra dos adornos em brisas,palavras sortidas aos respiros em baldas;
da solidão  exaustão em torso,que arca a espinha dorsal,
ás crenças de uma espera comunal.

Pira que surge,
brado que urge
Desbravados umbrais ,de aguardadas colheitas em hortas de sais.
Sepulcros do sorrir;auroras negras a turgir.
Pobre espantalho das lágrimas vergonha,
sob sua sorte peçonha.

Não há de se estremecer,aos toques de trombetas,
a quem ,se acalenta em sarjetas.
Coração aureolado,perolado de crença dura,
autivo de fronta pura;
de regar a candura em desventura ,
ante ,magoada e declarada oportuna.

 
Os heróis,são dormentes crianças em lençóis,
perto de Ti,
nobre Alma,
em invisual horizonte de faróis. 

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