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(+18) a irmã

(+18) a irmã

está entrando,

você reclama,

uma dorzinha.

mas não deixa que eu pare.

mais um pouco,

devagar,

quente,

que invasivo ele é,

você diz.

de quatro, você olha para trás,

para mim, atrás de você.

diz que adora a minha expressão,

pergunta se faço assim com todas,

se fiz assim com a sua irmã.

a bunda dela é maior, você diz,

mas é tão carinhosa,

tão apertada,

tão faminta do teu pau? duvido.

eu te aperto os quadris,

empurro sem pressa,

curtindo cada segundo,

cada gota do teu suor,

cada gemido que você solta

entre palavras que me provocam:

é grande demais,

não vou aguentar todo.

Quer que eu pare?

Não!

Você quer dar a bunda para mim,

quer que eu te abra, te preencha

e te arreganhe,

chega até a gozar sem a necessidade

de usar a mão,

diz enlouquecer quando eu tiro ele todo

e enfio inteiro de uma vez,

diz que não sente igual

com o namorado,

pergunta como eu consigo.

mas o mérito é todo teu,

dessa bunda, desse cu que me mastiga,

me amplia as dimensões

do desejo,

e me faz ir apagando os limites

dentro de tuas entranhas.

me enraba, você grita,

jogando as ancas para trás,

e eu faço o que você quer.

 

EternizArte
Guilherme Borges
Guilherme Borges Seguir

Português, amante da vida, amante da experimentação, amante dos sentidos. Correspondência: guilbox@sapo.pt

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