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Maré

Maré

Maré, maresia, melodiosa e melancólica me trás as manhãs mornas a beira-mar.
Mais, peço, mais música, multidão, moluscos, mais manhã!
Mostra-me meretriz, minha musa dos mares, mostre a mim, mero marujo, à marola marítima mantida em maré, em maresia.
Mergulha-me mais, mande melodias ao meio-dia, mensalmente me murcho, medroso me morro de monotonia,

de memórias mantidas a metros da manhã morna a beira-mar.
Maltrapilho e mimado me ministro marejado de morbidez e malversação
Implorando por mais.
Mais, sim! Mais musicalidade, mais movimento, mais messias! Sem teu mar meretriz me moldo de mascarás, de melindre;
Meu motivo, minha musa, é meu moral, meu martírio que é mediada ao matutino, à maré, me monta mesquinha a maresia que me manda e me tira a melancólica melodia daquela manhã a beira-mar.

Concurso Poiésis EternizArte

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